quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Entremeios

Entremeios

O professor, às vezes, torna-se "pau pra toda obra". Isso porque vive em meio a tantas tarefas que termina por "sabrecar" uma aqui, outra ali, para não "deixar a peteca cair", mas segurando-a como pode. E, nesses intervalos de tempo e de tarefas, segue firme. Uma profissão um pouco desgastante e cruel, não resta a menor dúvida. Entretanto, ao mesmo tempo nos envolve da necessidade de permanência e da busca constante do desconhecido, do novo, do inusitado. É o viver em constante ebulição. É o sentir-se sempre desafiado, para desafiar o outro e a si mesmo. Daí, entre todos esses meios, tornamo-nos, sem querer, as extremidades de um processo. 





O tiro que sai pela culatra

O tiro que sai pela culatra

Ultimamente, sentimos na pele os efeitos de medidas desmedidas praticadas pelo homem, movido por interesses financeiros e , consequentemente, por enriquecimento fácil. Esses efeitos devastadores advêm do constante e brutal desmatamento de áreas verdes e de aterramento de nascentes de fontes naturais e assoreamento de rios. Como resultado imediato, temos o índice elevado da temperatura, a escassez de água potável, ausência de chuvas e incêndios de florestas, plantações, casas e até mesmo de animais que, não tendo para onde correr ou se abrigar, quedam e torram tristemente.






O valor da língua

O valor da língua
 
Na sociedade atual, há uma necessidade ímpar de se ter domínio da   língua materna, no caso, da língua portuguesa, para que se tenha a habilidade de lidar com o outro em situações de interação discursiva. E essa interação deve ser realizada de forma objetiva, clara e precisa, quer seja pela oralidade quer pela escrita. Isso porque a maioria das formas de avaliação de um candidato a uma vaga de emprego ou a uma vaga em um curso universitário é a de submeter-se, quase sempre, à tarefa de produção de um texto ou a uma entrevista.