O professor, às vezes, torna-se "pau pra toda obra". Isso porque vive em meio a tantas tarefas que termina por "sabrecar" uma aqui, outra ali, para não "deixar a peteca cair", mas segurando-a como pode. E, nesses intervalos de tempo e de tarefas, segue firme. Uma profissão um pouco desgastante e cruel, não resta a menor dúvida. Entretanto, ao mesmo tempo nos envolve da necessidade de permanência e da busca constante do desconhecido, do novo, do inusitado. É o viver em constante ebulição. É o sentir-se sempre desafiado, para desafiar o outro e a si mesmo. Daí, entre todos esses meios, tornamo-nos, sem querer, as extremidades de um processo.
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